quinta-feira, 25 de março de 2010

Capítulo 3 : Efeito Dominó





HRAN, 21 horas após incidente na quadra 405 norte.


A enfermeira arrumou os volumosos seios e saia do banheiro, cor de pele morena, um tanto quanto acima do peso, cabelos amarrados para traz em um coque, como todas as enfermeiras dali. Tinha acabado de dar óbito ao bombeiro Victor que tinha contraído uma infecção tão grande que deixou seu braço inteiro preto, e uma febre anormal de 42 graus. Talvez ela tivesse sorte, coisas como aquela não aconteciam sempre, estava presenciando um novo tipo de doença, de qualquer jeito ele morreu rápido, em um dia depois, simplesmente não entendia como aquilo aconteceu.
Voltou ao necrotério, e resolveu voltar aos relatórios que tinha que fazer, ela estava cansada e aquilo tudo revirava sua cabeça ao avesso, malditos eram aqueles repórteres que não saiam da porta do hospital, se não fosse por eles, estaria em casa descansando após suas cansativas 5 horas de trabalho, logo ficou um pouco perdida em seus devaneios, e lembrou que tinha que preparar logo o atestado de óbito dos outros bombeiros, ambos estavam em coma, e alguns já morreram, mesmos sintomas, mesmas passagens , só que em alguns era mais rápido, As amostras de sangue não tinham saído ainda, “Ah, aqueles preguiçosos da patologia.” Resmungava em seus pensamentos, percebeu então que seu devaneio tinha durado duas horas, então colocou a mão no teclado do computador para começar a escrever, foi então que ouviu um vindo da sala de Autopsia , pensou que era o Senhor Marcelo, ele sempre trabalhava tarde mesmo, devia estar trabalhando no corpo de Victor, e os barulhos continuavam, parecia que ele estava mexendo em seus órgãos, e aquilo deu-lhe uma gastura apenas de pensar, mexeu a cabeça de um lado para o outro e então continuou escrevendo ate os barulhos a incomodarem tanto que teve que se levantar e ir falar com Marcelo, se levantou e foi ver o velinho que ali trabalhava, abriu a porta do outro lado da sala , e antes mesmo de abrir por completo aquele cheiro tão forte invadiu suas narinas e fez quase cair para traz , ela abriu a porta inteira e viu no canto da sala, Victor estava agachado por cima do corpo do pobre velinho Marcelo, viu que o sangue se espalhava por toda a sala, pobre rapaz, não teve ter tido tempo nem de gritar por ajuda, Horrorizada de mais para gritar ela viu, devagar o bombeiro despido se levantou vagarosamente tinha um corte na barriga , aonde já estava quase podre, sangue em sua boca , olhos totalmente esbranquiçados, sem alma , horrendos, soltou um grunhido que fez ela tentar abrir a boca para gritar mas seu pânico tinha tomado ate sua coordenação motora, ela nem se quer movia seus pés, percebeu sua boca mastigando os intestinos do velho, e quase colocou o seu lanche para fora, se tivesse tido tempo vomitaria com absoluta certeza , mas mal pode ver quando o bombeiro se jogou encima dela , e começou a morder sua carne, gritou tão alto e tão forte que o hospital todo deveria ter ouvido, e foi ai que a dor fez a mulher perder a consciência.

Fundos do HRAN, 3 horas após o incidente interno do hospital.

O portão meio aberto ainda balançava, um casal estava ali perto, embaixo das arvores, a mulher vestida com um jaleco branco, seu cabelo loiro fazia um coque e seus óculos lhe davam um ar de seria, sorria em meio os abraços com seu namorado, com certeza a mais bonita enfermeira de todo o hospital, Gisele, estava escondida ali, já que sair do hospital estava um pouco complicado, poucos metros dali, a entrada principal do hospital de base estava uma multidão de reportes, pessoas, policias e bombeiros, enquanto os dois estavam no lugar mais calmo dali, a noite fria fazia com que a situação dos dois ficasse mais quente.

O barulho do portão se abrindo arranhou os ouvidos dos dois e fizeram uma rachadura do clima então Gisele virou rápido para ver quem abriu o portão.

-Me desculpe eu só...

Ela se apressou em se desculpar, porém viu o paciente correndo para o outro lado, com a mão no braço segurando o curativo, logo ele caiu mais adiante, Gisele então olhou o namorado e ergueu a sobrancelha e fitou a situação, ela então correu ate mais à frente e virou o rapaz, era moreno e com cabelos ralos, estava completamente alucinado e então o rapaz chegou por traz tentando saber o que estava acontecendo.

-Vem me ajuda a levar ele para dentro.

O rapaz tinha um mau pressentimento sobre aquilo deu a volta nos dois e se abaixou para carregar ele, mas percebeu que lentamente ele abriu os olhos, já sem silhueta, com os olhos brancos arregalados, sua pupila estava completamente irreconhecível e então ele olhou nos olhos da enfermeira, aquele mesmo olhar sem alma de todos os outros pacientes que já tinham voltado do coma profundo, ele então segurou a mulher e mordeu uma grande parte do seu ombro, com o susto o rapaz apenas empurrou a menina para ela se afastar o Maximo possível e olhou o que o rapaz tinha feito a sua namorada e viu aquele sangue, foi tomado por um ódio profundo, levantando-se e tirando uma arma calibre 45 da cintura, sua face meio barbada olhou com desprezo e deu três tiros no peito dele, mas mesmo aqueles tiros não o pararam o moreno se levantou e voou encima do rapaz com a arma, uma única mordida foi o suficiente para deixá-lo completamente sem forças, uma mordida bem no lado do pescoço e perto da orelha, Gisele chorava de dor encostada no tronco da arvore e pedindo por ajuda, quando tocou em seu ombro sentiu quase o osso puro , e aquilo a fez desesperar-se completamente acabou de ver o namorado morrer, logo na virada da rua, vários policiais corriam em direção a enfermeira, nessa noite um rapaz foi preso e levado para delegacia mais próxima, sendo a do Venâncio 2000 perto da rodoviária, era um bombeiro do acidente, a enfermeira foi internada imediatamente, e seu namorado morreu na mesma hora sem chances de ser levado para o hospital, foi levado para o IML, para que pudesse fazer exame de corpo e delito.

W3 norte, caminho do IML

Dia cansativo, iria ser a ultima volta que Carlos iria fazer, um rapaz esguio, barba mal feita e um tanto pálido, estava trabalhando como motorista do IML mas aquilo cansava, era todo dia um morto, essa viagem estava fazendo sozinho, seu ajudante não tinha aparecido para o trabalho, ele então parou no sinal, e ouviu algo atrás da ambulância, coçou a cabeça e olhou para traz vendo tudo normal, ele resmungou.

-Coisa de louco rapaz...coisa de louco.

Resmungou mais uma vez e virou para frente, a pista estava um pouco vazia, já que era tarde da noite e então ele colocou o pé no acelerador, foi então que ouviu o barulho logo atrás dele, virou um tanto assustado e viu o rapaz em pé, ele olhou para a rua mais uma vez e viu uma luz forte e virou de uma vez, entrou com tudo dentro duma concessionária de automóveis uma bagunça estava prestes a começar e ninguém fazia idéia do que estava começando naquele momento.

5 da manhã, Concessionária Disbrave 503 norte.

-Droga, droga, droga...

O faxineiro trancou a porta da gerencia e abaixou-se do lado da porta ficando um tanto quanto assustado, acendeu a lanterna olhando em volta e tentou manter a calma, foi quando ouviu aqueles tapas ensangüentados no vidro acima de sua cabeça, sentiu aquele grunhido gelar sua alma e então começou a orar, os policiais do lado de fora, não conseguia abrir caminho para entrar na loja, com a bagunça feita por aquela maldita ambulância.

- VÂO EMBORA.

Foi então que o vidro se quebrou e os três homens, dentre eles, aquele que ele trabalhava junto há algum tempo atrás e que simplesmente virou aquela coisa, caíram com no chão depois de estilhaçar o vidro, ele tinha certeza que era o diabo querendo sua alma, ele correu mais para frente e virou para aqueles demônios e levantou a mão começando a citar passagens da bíblia, então o grito de dor e agonia foi ouvido pelos policiais e bombeiros do lado de fora que se apressaram ainda mais a abrir caminho pelos escombros.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Capítulo 2 : O inicio de um pesadelo.






Distrito Federal, Plano piloto, L2 norte, 405

Os dois jovens continuavam ali sentados, debaixo daquele bloco, apenas conversando besteiras para poder passar o tempo, afinal não havia muito que fazer naquele apartamento, por isso estavam ali embaixo de madrugada viam o céu escuro e suavemente pintado com o cinza das nuvens sublimes.

-É, talvez nos só damos valor mesmo, quando perdemos...

Falava o rapaz de cabelo mais ou menos grande, suas pontas chegavam até o começo de sua costa, castanhos escuros, algumas marcas que a juventude deixou em seu rosto, branco com pontinhos vermelhos em alguns lugares, nariz fino, traços finos e expressivo, seu nome era João Guilherme, embora não gostasse de seu nome, ele estava encostado na parede e ficou observando o céu.

-Talvez sim, talvez não, mas acho que nunca saberemos a que realmente damos valor, acho que nunca saberemos.

O outro jovem, de nome Mateus estava logo ao lado, sentado encostado na parede, e com as pernas cruzadas, cabelos negros, lisos e um tanto arrepiados e bagunçados, esguio e alto, ele ficava do lado do rapaz, fora uma longa conversa agora apenas o silencio pairava sobre aquela noite gélida.

Eles ficaram em silencio por um tempo e então um risco meio vermelho com faíscas e um barulho alto vindo do céu, passou pelas nuvens em uma velocidade imensa, embora a distância enganasse seus olhos, quando chegou mais perto, logo notaram que aquilo era um avião, e infelizmente a traseira daquela coisa vinha tão rápida na direção do prédio que a reação que eles tiveram fora se esconder atrás de seus braços por alguns segundos, Guilherme esperava já que aquele prédio desabasse em suas cabeças tudo de uma vez, o barulho foi como de uma bomba explodindo e eles ficaram um bom tempo sem querer abrir os olhos e sem poder ouvir qualquer ruido.

-Puta que pa...

O de cabelos castanhos resmungou quando abriu os olhos e então olhou ao redor e viu tudo bem, e foi então que Mateus cutucou Guilherme e apontou para o parquinho que tinha logo atrás, a traseira do avião ali e mais a frente na garagem do prédio vizinho tinha sido arrombada por um tipo de jaula enorme porém não tinha nada dentro, eles dois se levantaram e correram em direção a garagem Guilherme e seu amigo pararam e ficaram olhando fixamente para a garagem, Mateus pegou o telefone do bolso e ligou para os bombeiros sem reação, foi então que o rapaz mais velho começou a andar enquanto seu amigo continuava parado com o telefone no ouvido.

-Mas o que diabos...?

Andou mais um pouco e deu de cara com o portão arremessado contra o chão, mais na frente, a jaula pregada na parede, um chão totalmente cheio de sangue, alguns gemidos eram ouvidos do escuro dali, o nome Resident Evil venho à sua cabeça, mas ele sorriu um tanto despreocupado e pensou; “Essas coisas não existem, pare de pensar bobeira”. Quando foi ate mais a frente olhou um homem no chão ainda agonizando, quase decomposto, um cheiro insuportável veio ate suas narinas, ele soltava grunhidos que subiam como um frio agonizante em sua espinha ele engoliu em seco, ele então saiu correndo dali enquanto ele tentava mexer a mandíbula tentando supostamente pedir ajuda, ele correu e quando chegou do lado de fora, estava branco de medo, foi então que correu ate a calçada e se sentou, ficou um tanto atordoado e olhou para seu amigo que acabava de guardar o celular e então se levantou, puxou o braço de Mateus e levou para baixo do bloco dele.

- Não quero voltar lá, vamos subir, por favor...

Então eles subiram as escadas, ate chegar no primeiro andar, e seguiram para o apartamento de Mateus, Guilherme ficou calado por um bom tempo, quando chegou ate o apartamento, bebeu uns três copos d’água e comeu um pão um tanto quando desesperado, logo ele foi andando ate o quarto deles e deixou a comida de lado, se deitou em seu colchão e não tocou mais assunto, seu pensamento esteve preso naquilo o resto da noite, enquanto isso Mateus ficou acompanhando por algum tempo o movimento pela janela.

Em outro lado da cidade, os bombeiros saíram as pressas com o caminhão, um avião caiu no plano piloto, era uma coisa rara, quando sua frente caiu no campos da UNB e sua traseira na 405 norte, eles mandaram varias viaturas, mas a vida de um homem iria mudar naquela noite, Victor era bombeiro, foi designado para ajudar as vitimas do vôo que caíram na 405 norte, ele quando chegou lá pegou os primeiros socorros e correu em direção a garagem , ao ver todo aquele sangue espalhado, presumiu que já estivesse morto, se sentiu um tanto desapontado, mas procurou o cadáver, quando viu ele vivo e rastejando ele correu ate o corpo.

-Meu deus, senhor pare de se mexer, seu estado está grave de mais.

Ele então virou o corpo e foi pegar algo na pequena bolsa, então sentiu a pior dor de sua via , em seu braço, ele gritou como nunca, e caiu para traz, viu seu ante braço como nunca tinha visto antes, uma mordida tão violenta que arrancou sua carne, seus músculos e arranhou seu osso, fazendo com que perdesse o movimento da mão, seu grito chamou atenção dos seus amigos, e mal sabia ele que aquilo o faria tirar vidas e mais vidas, os dois rapazes foram levados para o hospital de base do plano piloto mais próximo, o HRAN, eles e mais 5 pessoas encontradas, quase decompostas, naquela noite 5 bombeiros foram mordidos e aquelas pessoas com olhares sem alma, carne pútrida e sangue de outras pessoas na boca foram mantidas para serem tratadas, era o começo do pior pesadelo que qualquer um poderia ter sonhado. No próximo dia, logo de manha não deu outra, reportes e emissoras de televisão, todas estavam no local do acidente e no hospital, tinham feito daquilo um circo, e iria piorar cada vez mais.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Capítulo 1 : Ganância



Área 51, Nevada, Estados Unidos da America.
-“John quais são as evoluções com o projeto?”- vinha à tona a voz firme de um velho que acabara de entrar numa sala.
-“Não tivemos sucesso senhor, não a possibilidade mínima de domesticação”
O velho estava fardado com um uniforme de um General, com muitas estrelas grudadas ao peito, parecia que não dormia há dias, Outra pessoa que chamava atenção era um rapaz de óculos cabelo curto, bem novo, porem com uma cara pálida, estavam em um laboratório grande e varias pessoas trajando jalecos brancos e olhando varias telas de computadores, todos falavam em inglês.
-“O presidente não ira gostar nada disso, isso é uma faca de dois gumes, mas é uma poderosa arma biológica”- falava o velho ranzinza.
A Sala era circular, havia ao centro da sala uma cabine protegida com um vidro blindado e com pequenas manchas de sangue ao redor dele, os computadores captavam batimentos cardíacos, calculava força, possível velocidade, impulsos cerebrais e varias outras coisas.
-“Mas senhor é necessário pesquisarmos mais sobre, é quase sobrenatural, Ele não tem batimentos cardíacos, não tem força o suficiente para abria a maçaneta de uma porta, e nem ao menos pensa, apenas o celebro funciona e tem uma fome insaciável.”-Falava John, o cientista.
-“Não me interessa, o Presidente necessita disso o mais rápido possível, as catástrofes estão cada vez mais recentes, a falta de água esta matando nossos compatriotas, o único lugar que não esta sofrendo tanto, será a nossa cobaia, comece com os preparativos meu caro John, iremos testar nossa arma”-Falava o general com uma voz orgulhosa olhando para um cadáver dentro da cabine.

Casa Branca, Washington, DC
Um homem andava de um lado para o outro, com um terno e uma gravata com o nó mal feito, abria bem sua blusa branca e olhava para o lado, vendo o índice de acidentes causados pelo tempo, tornados, enchentes, maremotos.
-“Os estados unidos esta um caos, precisamos, necessitamos de fazer algo imediato, aonde esta aquele maldito projeto?”-Murmurava raivosamente ao redor da sala. -“Bom logo depois disso, poderemos tomar uma decisão definitiva, mas vamos testar como se sai nosso projeto, Precisamos desse território, e começaremos pela capital.”
O homem ouvia o telefone tocar e ele ia ate ele e apertava um botão o qual fazia acender uma luz vermelha.
-“O que foi dessa vez?”
- ““ General Marshal na linha sete senhor “-a voz da secretária saia baixa do alto falante do telefone”
Então o homem de terno apanhara um controle perto da mesa e ligara um telão grande que descia do teto de um canto da sala e então aparecia a imagem do velho general Marshal.
-“Senhor presidente, eles estão prontos para serem testados, porem não temos como controlá-los, quem realizar a missão de levá-los será uma missão suicida.”
-“É realmente assim que você quer que eu confie em você e na sua equipe? Bando de incompetentes, mas tudo bem os mande para o teste e quero noticias, e boas Noticias oficial.”- só então ele desligou o telão o qual se recolheu novamente.


Espaço Aéreo Brasileiro, Um mês depois.
-“Pai nosso, que estai no céu...”
Um jato relativamente grande ia em direção ao aeroporto de Brasília, Aeroporto Juscelino Kubitschek, O piloto olhava para o soldado que segurava o terço e tentava acalmá-lo em meio aos grunhidos que vinham de trás do avião.
-“Calma rapaz, estamos fazendo isso para o bem dos Estados Unidos, sua morte não será em vão, vai por mim, e enquanto a ‘eles’ La atrás, tente esquecer, logo isso terminara.” Falava o piloto enquanto olhava o rapaz e pilotava ao mesmo tempo.
Logo que terminara a frase o radar mostrava um ponto vermelho e logo se apagava e o piloto saia do volante e o avião começava a se descer em uma velocidade incrível, logo o piloto se esforçava para chegar ate uma gaveta pegará uma arma calibre 38 e sentava do lado do soldado que agora chorava.
-“É, chegou a hora, já vi que você é religioso... suicídio é pecado para vocês! não é mesmo?”- O soldado balançou a cabeça confirmando. –“então deixa que eu faça isso para você...”
Então o piloto levantou e apontou para o soldado que apertava o terço, e então o piloto puxou o gatilho, o sangue escorrerá pela parede e o soldado caia para o lado encostando-se na parede.
-“Que Deus nos perdoe pelo o que acabamos de fazer.”-Olhava para a porta que estava trancada, com os grunhidos apavorantes que deixavam seu corpo gelado e logo apontava a arma para própria cabeça e respirava fundo.
Quando o rapaz puxou o gatilho mais uma vez o avião caia sendo arrastado e sua parte traseira era arremessada para longe e assim a parte da frente explodia entre algumas arvores da região, e tudo virava uma imensa algazarra.