
Área 51, Nevada, Estados Unidos da America.
-“John quais são as evoluções com o projeto?”- vinha à tona a voz firme de um velho que acabara de entrar numa sala.
-“Não tivemos sucesso senhor, não a possibilidade mínima de domesticação”
O velho estava fardado com um uniforme de um General, com muitas estrelas grudadas ao peito, parecia que não dormia há dias, Outra pessoa que chamava atenção era um rapaz de óculos cabelo curto, bem novo, porem com uma cara pálida, estavam em um laboratório grande e varias pessoas trajando jalecos brancos e olhando varias telas de computadores, todos falavam em inglês.
-“O presidente não ira gostar nada disso, isso é uma faca de dois gumes, mas é uma poderosa arma biológica”- falava o velho ranzinza.
A Sala era circular, havia ao centro da sala uma cabine protegida com um vidro blindado e com pequenas manchas de sangue ao redor dele, os computadores captavam batimentos cardíacos, calculava força, possível velocidade, impulsos cerebrais e varias outras coisas.
-“Mas senhor é necessário pesquisarmos mais sobre, é quase sobrenatural, Ele não tem batimentos cardíacos, não tem força o suficiente para abria a maçaneta de uma porta, e nem ao menos pensa, apenas o celebro funciona e tem uma fome insaciável.”-Falava John, o cientista.
-“Não me interessa, o Presidente necessita disso o mais rápido possível, as catástrofes estão cada vez mais recentes, a falta de água esta matando nossos compatriotas, o único lugar que não esta sofrendo tanto, será a nossa cobaia, comece com os preparativos meu caro John, iremos testar nossa arma”-Falava o general com uma voz orgulhosa olhando para um cadáver dentro da cabine.
Casa Branca, Washington, DC
Um homem andava de um lado para o outro, com um terno e uma gravata com o nó mal feito, abria bem sua blusa branca e olhava para o lado, vendo o índice de acidentes causados pelo tempo, tornados, enchentes, maremotos.
-“Os estados unidos esta um caos, precisamos, necessitamos de fazer algo imediato, aonde esta aquele maldito projeto?”-Murmurava raivosamente ao redor da sala. -“Bom logo depois disso, poderemos tomar uma decisão definitiva, mas vamos testar como se sai nosso projeto, Precisamos desse território, e começaremos pela capital.”
O homem ouvia o telefone tocar e ele ia ate ele e apertava um botão o qual fazia acender uma luz vermelha.
-“O que foi dessa vez?”
- ““ General Marshal na linha sete senhor “-a voz da secretária saia baixa do alto falante do telefone”
Então o homem de terno apanhara um controle perto da mesa e ligara um telão grande que descia do teto de um canto da sala e então aparecia a imagem do velho general Marshal.
-“Senhor presidente, eles estão prontos para serem testados, porem não temos como controlá-los, quem realizar a missão de levá-los será uma missão suicida.”
-“É realmente assim que você quer que eu confie em você e na sua equipe? Bando de incompetentes, mas tudo bem os mande para o teste e quero noticias, e boas Noticias oficial.”- só então ele desligou o telão o qual se recolheu novamente.
Espaço Aéreo Brasileiro, Um mês depois.
-“Pai nosso, que estai no céu...”
Um jato relativamente grande ia em direção ao aeroporto de Brasília, Aeroporto Juscelino Kubitschek, O piloto olhava para o soldado que segurava o terço e tentava acalmá-lo em meio aos grunhidos que vinham de trás do avião.
-“Calma rapaz, estamos fazendo isso para o bem dos Estados Unidos, sua morte não será em vão, vai por mim, e enquanto a ‘eles’ La atrás, tente esquecer, logo isso terminara.” Falava o piloto enquanto olhava o rapaz e pilotava ao mesmo tempo.
Logo que terminara a frase o radar mostrava um ponto vermelho e logo se apagava e o piloto saia do volante e o avião começava a se descer em uma velocidade incrível, logo o piloto se esforçava para chegar ate uma gaveta pegará uma arma calibre 38 e sentava do lado do soldado que agora chorava.
-“É, chegou a hora, já vi que você é religioso... suicídio é pecado para vocês! não é mesmo?”- O soldado balançou a cabeça confirmando. –“então deixa que eu faça isso para você...”
Então o piloto levantou e apontou para o soldado que apertava o terço, e então o piloto puxou o gatilho, o sangue escorrerá pela parede e o soldado caia para o lado encostando-se na parede.
-“Que Deus nos perdoe pelo o que acabamos de fazer.”-Olhava para a porta que estava trancada, com os grunhidos apavorantes que deixavam seu corpo gelado e logo apontava a arma para própria cabeça e respirava fundo.
Quando o rapaz puxou o gatilho mais uma vez o avião caia sendo arrastado e sua parte traseira era arremessada para longe e assim a parte da frente explodia entre algumas arvores da região, e tudo virava uma imensa algazarra.

Um comentário:
E ai Shaka, acho que te conheci um dia desses ai alguns anos atrás, se voce for o unico cara com apelido de Shaka do DF e que costumava ou costuma ir ao venancio... Mas bom, recomendo voce tirar o bloqueio de conteudo inapropriado para menores de 18 anos, muita gente não vai entrar achando que tem porno no seu blog ou virus '-' e lembra de dar uma revisada ao terminar de escrever as postagens só pra dar uma limpada porque sempre cometemos uns errinhos sem querer, tipo você escreveu "Estada Unidas da America" mas bom boa sorte aí com seu livro online, fica a dica '-'
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